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Foi liberado um novo vídeo incluso no DVD de Breaking Dawn Part 2 do Japão, onde podemos ver a premiere que ocorreu no país, nova entrevista e algumas cenas do filme. Confira:




Kristen deu uma entrevista ao El Pais na época em que ela estava promovendo o filme On the Road em Cannes e traduzimos para vocês, confira:

Usando uma camisa da Blondie, shorts preto e uma jaqueta vermelha da Balenciaga, a atriz concordou em responder nossas perguntas, se desculpando por não tirar os óculos escuros que escondiam um “terrível resfriado”.
Como é que uma pessoa se coloca na pele de um personagem fictício, mas baseado em uma pessoa real? A responsabilidade deve ser em dobro, assim que você deve fazer justiça ao livro e ao espírito da Beat Generation.
Responsabilidade é a palavra que melhor descreve isso. Foi como eu me senti filmando esse filme. Eu li o livro quando eu tinha 14 anos e eu posso dizer que foi a primeira vez que eu desfrutei de um livro. Graças a ele, eu percebi que eu gostava de ler e ele também me fez descobrir outros autores que deixaram uma marca em minha vida. O livro foi o começo da minha adolescência, aquele momento cheio de emoções, paixões e opiniões fortes.
Há muito sexo e drogas no filme. Até que ponto você foi contra a enfrentar essas cenas?
Não fiquei desconfortável. Me senti segura e protegida. Senti como se eu devesse isso para a personagem. Eu sou bem diferente dela, mas eu sabia que tinha que perder todas as inibições para fazer um bom trabalho. E eu sou uma pessoa muito introspectiva, enquanto Marylou é muito mais aberta. Eu não me importei com a nudez e as drogas. Na realidade, para ser honesta com você, eu estava ansiosa para isso… Deus, isso vai ser ótimo para sua manchete [risos].
Você diria que o que os personagens experimentaram foi mais transgressor do que o que as pessoas fazem hoje em dia?
Eu não sei. Talvez se drogar e fazer sexo promíscuo são considerados mais sórdidos hoje do que nos anos 50. Eu diria que, para aqueles personagens, foi um jeito de expressar totalmente sua vida.
Você compartilha aquela vontade de viver ao máximo?
Eu acho que é um sentimento fundamental. É por isso que o livro conseguiu conectar vários leitores em décadas. É geralmente apreciado por pessoas que percebem que seus valores, prioridades e limites são diferentes que os da maioria. Isso é algo que eu gosto.


Postado às: 11:50 | Escrito por: Mari | Comente aqui. (1)
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Confira abaixo a entrevista de Kristen para o ‘The Sacramento Bee’, além de algumas declarações de Walter Salles sobre a atriz e seu papel no filme On The Road.

SÃO FRANCISCO – Conhecer Kristen Stewart é, querer defendê-la.

Uma aparência jovem de 22 anos, ela ainda é praticamente uma criança. Suas características parecem ainda mais delicadas do que nas telonas, e ela é desprovida de arrogância, apesar da jaqueta de couro preto que ela veste para uma entrevista sobre “Na Estrada.” O filme que adapta o livro clássico de 1957 de Jack Kerouac que acompanha as emoções- e as experiências em “busca da verdade” de Kerouac e seus camaradas não-conformistas da geração “Beat” pós-guerra.

Stewart fica entusiasmada, consciente até mesmo quando precisa discutir sobre sua personagem, Marylou –substituta ficcional para Lu Anne Henderson, esposa adolescente da musa de Kerouac, Neal Cassady – em “Na Estrada”.

“Ela foi muito uma parte equilibrada” das viagens pelas estradas que inspiraram o livro de Kerouac, ela diz sobre Henderson. “Ela foi uma companheira tão formidável (para Cassady). Ela era o equilíbrio dele naquela vida meio louca.”

Stewart foi primeiramente ligada ao projeto quando tinha 17 anos, logo depois ela conheceu o diretor Walter Salles (“Os Diários de Motocicleta”) para discutir sobre interpretar Marylou. Ela leu o livro aos 15 anos. A história de jovens pessoas curiosas encontrando parentes espirituais falou com ela, Stewart disse.

“O que eu amei sobre o livro é que (ele relata) uma idade quando você meio que tem que olhar em frente e você precisa escolher seus arredores,” ela disse. “Você tem que encontrar aquelas pessoas que chocam você e também fazem você ficar consciente daquelas coisas sobre si mesmo que também chocam e surpreendem você.”
Enquanto ela discute esse projeto apaixonante, Stewart nunca parece ficar mal-humorada, emburrada ou deprimida, como dizem que ela parece em suas entrevistas para a televisão. É difícil reconciliar esta agradável mulher jovem com aquela que atrai o mesmo nível de desprezo de Lohan na blogosfera, mesmo a sua reputação não sendo a de uma festeira em excesso ou de uma chorona em tribunais.

Mas ela estrelou em cinco filmes da “Saga Crepúsculo”, que arrecadou mais de 3 bilhões de dólares mundialmente nas bilheterias e inspirou um fandom que é melhor do que qualquer outro quando o assunto é sua obsessão pelas estrelas da saga.

Escrutínio intenso e críticas viraram inevitáveis, e raramente uma estrela de filmes tem sido submetida à isso. Stewart parece genuinamente desconfortável com os holofotes. Quando a atenção começa a focar na vida pessoal dela, ela não consegue fingir estar OK com isto, ela disse.

“Eu nunca irei gostar” das intrusões da mídia, ela declara. Mas ela esta sorrindo enquanto diz isto. E ela está bem participando de uma entrevista sobre os filmes”quando isto faz sentido – quando há um contexto,” ela disse. “Eu não vejo problema em sentar aqui e falar sobre ‘Na Estrada,’ ou Walter (Salles) ou ‘Crepúsculo.’”

No caso, ela cercou-se para a entrevista de hoje de uma par de óculos redondos como os de Allen Ginsberg. Eles não foram prescritos, Stewart reconheceu, sorrindo um pouco envergonhada.

“Eles são apenas um tipo de camada extra, para quando você se sente cansado,” ela disse. “Eu invejo pessoas que na verdade precisam dele, porque eu não quero que as pessoas achem que eu sou uma “poser” ou algo do tipo. Isto é só uma camada extra de ‘saia da minha frente.’”
Como uma vivenciadora de pequenas, rebeliões diárias, Stewart pode se relacionar com Kerouac, Cassady, Ginsberg e especialmente com Henderson, a representante feminina do livro e do filme do espírito da geração Beat, que era cheia de sexo, drogas e jazz-doce-jazz.

Stewart pesquisou sobre a vida de sua personagem meticulosamente, escutando gravações de Henderson e conhecendo a filha de Henderson. Stewart disse que gostaria de dissipar qualquer ideia de que Henderson foi uma figura vulnerável no “clube Beat” cheio de garotos. Ela foi simplesmente tanto uma mulher sexualmente aventureira e comprometida com atividades contracultura quanto o reconhecidamente voraz Cassady (ficcionalizado como Dean Moriarty e interpretado por Garrett Hedlund no filme).


Postado às: 00:04 | Escrito por: Anna | Comente aqui. (1)
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Com a volta de “On the Road” as telonas americanas, Kristen deu uma entrevista ao AZ Central falando sobre o filme, confira:

Vamos encarar, se você é Kristen Stewart, você será para sempre conhecida como a atriz dos filmes “Twilight”.
Isso é o que acontece quando você é o rosto de uma franquia. Mas Stewart também fez alguns filmes menores, como “The Cake Eaters”, “Adventureland” e “The Runaways” (interpretando Joan Jett jovem).

On the Road” a versão do diretor Walter Salles para o famoso livro de Jack Kerouac, oferece Stewart outra chance de se livrar de Bella Swan. Ela interpreta Marylou, ex-mulher do personagem baseado em Neal Cassady (interpretado por Garrett Hedlund). Stewart falou sobre isso e como foi balancear a vida entre blockbusters.

Você fez grandes e pequenos filmes. Esse é está em algum lugar no meio. Parece diferente quando você está fazendo eles?
Ele definitivamente não se parece um filme indie que nós realmente temos que realmente vender para que as pessoas saibam sobre ele. A natureza da história, eu acho, as pessoas esperam por isso por décadas, então as pessoas que possuem algum investimento, qualquer um que queira vê-lo, provavelmente teria sabido sobre ele.

Este é um daqueles livros que por muito tempo foi considerado não filmável. Será que isso adiciona pressão?
Oh, completamente, meu Deus. Walter, eu digo, quantas pessoas passam anos fazendo documentários em busca de um possível filme? Ele não estava nem confidente que ele iria fazer esse filme. Ele estava apenas satisfeito e conduzido para pesquisar sobre isso e pensar em talvez por em um filme. A quantidade de trabalho que leva para fazer você se sentir validade, por estar ali, por considerar apenas ajudar, é louco – absolutamente para mim, sem precedentes.

Uma versão para o cinema foi falada por anos.
Eu acho que olhar para a lista de atores que vieram antes de você (que foram considerados para o filme) e ir, wow, então esses se passaram por você. E então o próximo conjunto de atores que deixaram passar. E então, isso na realidade irá funcionar conosco? Isso realmente irá acontecer?

Não seria apenas horrível ser um dos que ficaram de fora?
Oh Deus, seria horrível. Nós não estávamos realmente concretos de que o filme iria mesmo acontecer até estarmos literalmente no set, filmando. Até durando os ensaios é como, Deus, isso irá mesmo acontecer? Teria sido a experiência mais horrível e dolorosa. Mas justamente esperada ao mesmo tempo. Eu acho que é mais surpreendente que nós realmente fizemos isso.

Como você se prepara para um papel desse tipo?
Eu acho que o único jeito de realmente satisfazer qualquer um que ama “On the Road” com uma versão para o cinema é genuinamente ter experiências reais e ter esperanças de que as pesquisas que você fez e o seu amor pelo livro ache o caminho por seu corpo e seus ossos, em vezes de através das linhas de leitura, através de cenas planejadas que te lembram o livro. Mas cada um tem uma experiência diferente quando leu o livro. Eu acho que o ponto é assistir as pessoas se surpreenderem em vez de empacotar uma história e entregar a você.

A recepção desse filme importa para você? Ou de qualquer filme?
Assim que você está preocupado sobre como alguma coisa vai ser ingerida e em que nível… Como um ator você deve estar pensando um passo à frente. Você deve olhar na sua frente em vez de olhar atrás. Se a experiência de fazer o filme não foi o bastante e você meio que precisa dessa validação no final do processo, então você está aproveitando as coisas por razões diferentes das que eu estou.

Esta é a segunda vez que você provavelmente será associada com personagens de livros famosos. É estranho que algumas pessoas vão pensar em você quando lê-lo?
Sim. É muito alucinante. Outro dia trouxeram um monte de cópias de “On the Road” para nós assinarmos. O fato de que eu estava assinando meu nome naquele livro realmente me alucinou. É louco.

Fonte | Tradução: Mari – Equipe Kristen Stewart Brasil


Postado às: 12:35 | Escrito por: Mari | Comente aqui.
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Kristen concedeu uma entrevista ao Chicago Sun Times onde fala sobre ‘On the Road‘. Confira:

“Seres humanos são apenas animais.” Diz Kristen Stewart. “É sobre viver intensamente e espremer cada gota de vida e não negar qualquer dos seus aspectos.”
Apesar dos altos e baixos em sua vida pessoal, Stewart não está falando sobre si mesma ou quaisquer dramas que têm manchetes dos tablóides ligados a eles. Em vez disso, ela estava pensando sobre suas cenas explícitas em ‘On the Road’, sexta nos cinemas.
“Tanta coisa é claramente ilustrada através de sua sexualidade em seu filme.” Diz Stewart sobre sua personagem Marylou. “Mas não houve nada sobre isso que pareceu ser gratuito. Apenas pareceu tão necessário. Simplesmente não havia dúvida de que este seria um papel mais sexual.”
Baseado no clássico livro de Jack Kerouac, essa adaptação é sobre um jovem escritor chamado Sal Paradise (Sam Riley) que a vida vira de cabeça para baixo durante uma viajem pelo país com Dean Moriarty (Garrett Hedlund) e sua namorada, Marylou.
“Ela é uma atriz muito dedicada.” Diz Hedlund sobre trabalhar com Stewart. “Ela leu o livro quando tinha 15 anos e se prendeu a esse projeto. Significou muito para ela.”
Após o tumultuoso ano de 2012 que trouxe a ela o último filme da saga ‘Twilight’ como Bella, Stewart agora diz: “Eu estou bem. Não, na verdade estou ótima. Estou feliz.”
1. Você se lembra a primeira vez que você leu ‘On the Road’?
Estava em uma lista de livros para ler na minha escola. Eu me lembro que estava literalmente perto de ‘The Scarlet Letter’ e ‘Catcher in the Rye’. Esses livros poderiam ter sido legais também, mas eu queria escolher o mais diferente e escolhi. Eu tive o melhor dos tempos de possivelmente toda a minha carreira acadêmica lendo aquele livro. Eu só alinhei com aquele período no filme e ficava pensando, “Wow. Eu amo essas palavras.”
2. O que essas palavras falaram para você?
Eu amei que o livro me disse que era o meu trabalho decidir o que ia ser da minha vida. Foi uma escolha consciente porque a vida apenas não acontece para você. Disse-me que você tem que usar cada segundo da sua vida. Você não pode se acomodar e deixar a vida passar por você. As pessoas desse livro estavam vivendo agressivamente. Ainda, não era sobre o que acontecia com eles no final. Era sobre o que acontecia com eles no meio também.
3. Então houve algumas boas lições?
O livro também diz a você que se alguma coisa está o deixando louco, não negue. Apenas aguente. Descubra. Não deixe nada o oprimir ou varrer para debaixo do tapete. Novamente, as pessoas em ‘On the Road’ enfrentaram a vida de cabeça para frente.
4. Marylou é sua personagem mais ousada?
Eu não queria apenas interpretar a menina selvagem e sexy. Sim, ela é ousada, mas minha coisa favorita sobre fazer essa personagem é que ela é autoconsciente e completamente não autoconsciente. Ela é alguém que pode aproveitar seus medos na vida, embora ela não esteja acima das emoções como o ciúme.
5. Você sente saudade de Bella? É estranho pensar que depois de todos esses anos de filmes da saga ‘Twilight’ você nunca fará outro?
A coisa mais difícil que eu já fiz foi ir para outros projetos como ‘On the Road’ pensando se Bella ainda estaria comigo. Eu não peguei muitos projetos enquanto estávamos fazendo ‘Twilight’. No final, Bella não ficou comigo mais do que outros personagem. Claro que há aquelas pessoas que amam tão genuinamente os filmes e os livros que eles dizem ‘Toda vez que eu a vejo em algum filme, você ainda é Bella para mim.’ Não me incomoda. Eu apenas digo ‘Fantástico, você é um grande fã da Bella. Eu posso totalmente me identificar. Eu também sou uma fã da Bella.’ Eu penso que as pessoas acham que eu sou a Bella. Eu tenho que provar a eles que eu posso fazer outras coisas e que ela foi apenas uma personagem.

Fonte | Tradução: Mari – Equipe Kristen Stewart Brasil.


Postado às: 20:41 | Escrito por: Mari | Comente aqui.
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Kristen deu uma entrevista para a revista EW desse mês de Março, confira os scans e a entrevista traduzida:


Scans > 2013 > EW – Março


Postado às: 17:38 | Escrito por: Mari | Comente aqui. (5)
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Abaixo uma curta entrevista de Josh Horowitz da MTV com Kristen no Red Carpet do Oscar 2013.

Q: – Kristen, é Josh Horowitz!
Josh: – Como você está, camarada? O que aconteceu?
Kristen: – Eu sou uma idiota.
Josh: - Você não é uma idiota… Você conseguiu!
Q: – Consegui. Ela parou por um momento, com suas muletas…
Josh: – Minha melhor amiga, Kristen.
Q: – Espera… ok, este foi um momento. Eu tenho que… Eu vou trabalhar mais feliz agora.

Via| Transcrição: Fernanda Mello – Equipe Kristen Stewart Brasil


Postado às: 12:41 | Escrito por: thaty | Comente aqui.
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O co-star de Kristen em “On The Road”, Sam Riley, concedeu uma entrevista para a Glamour UK, e durante a conversa ele fala sobre Kristen e também dos outros atores do elenco do filme. Confira a tradução do trecho:

O quanto do caminho você dirigiu por si próprio?

Eu não dirijo tanto quanto Garrett. Ele foi incrível – ele comprou um carro, um Hudson. Então, ele sabia tudo sobre esses carros, ele era um excelente motorista. Eu precisei de óculos, sobre os quais eu não contei à ninguém! E um dia eles colocaram Eric no meio da estrada com a câmera e então ele disse: “Dirija o mais rápido que você puder, e pare o mais próximo da câmera que puder.” Eu estava sentado ao lado de Kristen, e… Eu não me lembro. Ele era apenas um ponto e um borrão, até que chegamos bem perto. Após a tomada, Kristen estava tipo, “Uau, você amou isso! Cara, você tinha o seu lado direito (do rosto) contra o pára-brisas!” E eu estava, “É, porque eu não pude ver nada!”

Era estranho que Kristen estivesse dentro e fora das filmagens?
Sim, mas ela estava lá para os primeiros três meses. Era estranho com as outras pessoas. Eu terminei (as filmagens) um dia depois de Garrett, mas estávamos lá desde o primeiro dia de Boot Camp até o último segundo do filme. E no caminho, as pessoas iam e vinham o tempo todo. Steve Buscemi estava lá por uma semana. Kirsten Dunst estaria lá, então ela iria, e depois voltaria. O mesmo com Viggo Mortensen. Nós apenas ficávamos viajando ao redor da América, e as pessoas iriam vir e trabalhar. E eu nunca tinha visto a América também, realmente, então isso trabalhou o meu personagem para ver todas essas coisas pela primeira vez.

Fonte | Via | Tradução: Karina Melo – Equipe Kristen Stewart Brasil




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Durante a divulgação de “On The Road”, no “Toronto International Film Festival” em setembro, Kristen e Garrett concederam muitas entrevistas durante o Red Carpet do filme, e aqui temos a entrevista em áudio deles para o Now Toronto. Abaixo temos a transcrição da entrevista que já havia sido postada em nosso site:

Entrevista feita em 7 de setembro, durante o Toronto International Film Festival

Kristen Stewart fala muitos palavrões. É ótimo, o que instantaneamente faz dela um ser humano e não o ícone do tablóide que ela involuntariamente se tornou, aos 22 anos. Ela veio para o TIFF para lançar “On The Road”, uma adaptação do clássico romance beat de Jack Kerouac,  no qual ela interpreta Marylou, a noiva jovem sexualmente aventureira do carismático Dean Moriarty. (Sim, há cenas de nudez. Não, eles não são explícitos.) No dia da press, Stewart estava ao lado de Garrett Hedlund, que interpreta Moriarty. E os dois estavam muito animados quando eles estavam discutindo a rodagem livre, o estilo de improvisação que o diretor Walter Salles incentivou nas filmagens.

Há provavelmente, tipo, 600 filmes dentro do filme que filmamos“, diz Stewart. “Eu acho que a única maneira de ter feito isso, e ser realmente fiel a forma como o livro se sente, é a de não ser tão ligado a [memorização] de falas. Quer dizer, certas coisas apenas encontram seu caminho em seu coração, e você é tipo, ‘Eu preciso dizer isso. Eu amo essa fala pra car*lho.’ E isso é bom, já que você se abriu para deixá-la sair, em vez de tentar fazer algo de maneira certa.”


Postado às: 20:06 | Escrito por: Karina | Comente aqui.
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Em uma entrevista durante a divulgação do filme “Austenland”, do qual é produtora, Stephenie Meyer fala sobre Kristen, Robert e Taylor quando estes são mencionados. Veja a tal parte da entrevista:

BEVERLY HILLS, Califórinia. (…) Para a autora da série, Meyer, não houve brincadeiras sobre a conclusão. Foi agridoce, especialmente desde que ela provavelmente nunca irá trabalhar de novo com os atores principais, Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner.

“Eu sou uma mãe envolvida, e essas crianças, realmente as sinto como meus filhos em alguns aspectos,” ela disse.

Fonte | Via | Tradução: Karina Melo – Equipe Kristen Stewart Brasil


Postado às: 22:33 | Escrito por: Karina | Comente aqui.
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